Tô brava.

Posted 01/02/2010 by Vivi
Categories: dança do ventre

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Sabe uma coisa que me dá desprezo?

A atitude de pessoas do meio bellydancer que lembram de vc – só e exclusivamente- na hora em que precisam vender suas roupinhas, divulgar seus eventos, escolas, sites e comunidades.
As mesmas para quem vc pagou work, aula particular, mandou e mails (atentem ao plural) elogiando o trabalho, tentando aprofundar o contato e aguardou, com ansiedade canina, a resposta das bonitas e elas nem tchum.

O que será que se passa na cabecinha escovada dessas moças?
Será que acham que a gente não percebe?
Ou a agenda delas é algo assim, tão atribulado, pois fazem mais shows por mês do que o Vitor e Leo, que nem dá tempo prá olhar o email?

Poupe-me, bela.

Não comprarei nada de vc e da próxima vez que me mandar, pela 5a. vez na mesma semana, o e mail da sua agenda de shows (os quais eu não poderei comparecer por fatores geográficos, financeiros e/ou vontadísicos), mandarei um vírus bem fofinho, cantando em árabe, para o seu requisitado e mail.Ou, quem sabe, o refrão dessa música:

Desculpaê quem não tem nada com isso, é que a coisa tá demais. Uma verdadeira provação para o exercício de controle da minha impaciência.

Vamos rir da vida, molecada.

Posted 28/01/2010 by Vivi
Categories: Coisinhas!

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Quando a gente tem um tempinho livre…

… e quando a gente não tem o que fazer, inventa:

Seu Buzin.

Posted 26/01/2010 by Vivi
Categories: Pessoas

Eu me considero uma pessoa de sorte, por ter, aos 37 anos, um avô lúcido e plenamente ativo. Esse italianão, de grandes olhos azuis, sempre foi bem mais do que um avô, é o meu segundo pai. Acho que herdei algumas coisas dele, como a vontade de estar sempre reunida com minha família e se preocupar, ás vezes além da conta, com o bem estar dos que estão próximos à mim. Ok… Herdei um pouco da impaciência também, mas é o sangue italiano, bela.

Não sei quantos anos vou viver, mas gostaria de ter a mesma sorte que meus avós tiveram em conhecer o seu legado, as novas gerações da família que formaram. Assim como eles, gostaria de poder acompanhar o nascimento e o crescimento dos meus netos e bisnetos, contar a eles a história de nossa família, porque somos como somos.

Hoje ele inaugura idade nova. Eu estou longe fisicamente, mas muito perto no coração. Que o Universo dê a ele saúde, saúde e mais saúde p/ que ele esteja com a gente durante muitos anos. Um beijo, vô, amo você.

Orit no Brasil!

Posted 25/01/2010 by Vivi
Categories: dança do ventre

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Bellydancers amigas, tão sabendo que a fofa da Orit Maftsir estará em solos brasileiros, precisamente cariocas, em junho deste ano? Quem está trazendo são as meninas do Mosaico, minha flor de formosura Melinda James e Luciana Midlej. My gosh, as lombrigas já estão se manifestando… Orit é uma bailarina, antes de tudo, cativante. Considero uma das poucas que sabe dialogar com a plateia. E acredito que este seja o principal aspecto a ser observado num work desta israelita. Na técnica podemos ver movimentos e marcações fortes e perninhas altas da Randa, que todo mundo agora encasquetou de fazer. Mas ninguém é perfeito e isso não tira a minha admiração por ela.

Dois videozinhos procêis.


e

Quem vai?

Programinha para depois de amanhã.

Posted 25/01/2010 by Vivi
Categories: Cotidiano

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Quarta feira é depois de amanhã, dia em que cinema, na maioria das cidades, tá mais baratim. Minha dica pra você fazer valer o seu ingresso é ‘Amor sem escalas’, com o George Clooney.

Olha, não sou crítica de cinema, estou muito longe disso. Mas, na minha humilde opinião, os últimos filmes lançados pela indústria americana não tem valido o ingresso. Muita parafernália, efeito especial, enredo bobo e infantil, tudo muito previsível e enfadonho. Pois ‘Amor sem escalas’ vem para dar uma respirada nisso tudo. Um filme envolvente, real, onde as atitudes das personagens são facilmente reconhecidas pelo espectador. Não é uma comédia, está mais para um drama, embora tenha pitadas de um – ótimo – humor. Homens e mulheres vão gostar. É um filme maduro. O final me fez ficar mais tempo sentada na poltrona do cinema, pensando sobre o que tinha acabado de ver.

Eis algumas cenas. Ah, o trailer não faz jus ao filme, fato.

E como eu disse antes… Ainda tem o George Clooney.

Decifra-me ou ‘te devoro’, já dizia Djavan.

Posted 20/01/2010 by Vivi
Categories: Cotidiano

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Ás vezes é tão difícil entender a MPB…. Repara só:

Açaí, guardiã
Zum de bezouro um imã
Branca é a tez da manhã’

Açaí – Djavan

‘Controlo o calendário sem utilizar as mãos’
Só love – Claudinho e Bochecha

‘Bate forte o tambor.Eu quero é tic tic tic tic tá’
Não sei o nome – Banda Carrapicho

‘Alagados, Trenchtown’ (o que é Trenchtown?)

Alagados – Paralamas do Sucesso

‘Shimbalaiê, quando vejo o sol beijando o mar’
Shimbalaiê – Maria Gadu

Zabelê, Zumbi, besouro
vespa fabicando mel.
Guardo teu tesouro, joia marrom,
raro como nossa cor”

Linda juventude – 14 BIS

‘O vento diz ele é feliz
A águia quis saber
Por que, pourque, porquois será?
O sapo entregou’

Lindo lago do amor – Gonzaguinha

‘Periga mesmo pintar na transa
Lembrando a hora do rango na mesa’

Mamma Maria – Banda Grafitti dos longíquos anos 80

‘No ar, no ar
Eu sou assim
Brilho do farol
Além do mais
Amargo fim
Simplesmente sol…

Rock do bom
Ou quem sabe jazz
Som sobre som
Bem mais, bem mais…’
()
Sonho de Ícaro -essa podia vir inteira, mas vou ser boazinha com o Biafra

‘No apartamento, oitavo andar, abro a vidraça e grito
quando o carro passa:
- Teu infinito sou eu, sou eu, sou eu, sou eu’

Paralelas – Vanusa

Deixe sua contribuição….

Pra ver e pensar.

Posted 20/01/2010 by Vivi
Categories: Pensando na vida

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Indicado no blog Mulherão e repostado aqui. Um vídeo publicitário sobre a força do discurso da mídia e, consequentemente, social, sobre o corpo feminino.

E você, minha amiga…. Reforça ou rejeita esse discurso?

O corpo tem suas razões

Posted 19/01/2010 by Vivi
Categories: Dança e corpo

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Este é o título de um dos livros recomendados na especialização em Psicomotricidade. Foi um dos livros mais importantes e interessantes que li na minha vida, sem exagero.

Exercer a atividade de professora de dança é ter contato e saber lidar com as expectativas, inseguranças e desejos existentes no corpo do aluno. E quando digo corpo, não me refiro à tronco e membros. Já passou da hora de colocarmos abaixo esse discurso que separa a mente do corpo. A mente está no corpo, guardada num órgão chamado cérebro. Mas tudo é corpo.

Cada corpo tem uma história. E ela começa no ventre materno. Desde esse momento até o ‘agora’, você passou por milhares de experências corporais que foram, pouco a pouco, constituindo a sua forma de pensar, de agir e reagir, se tornando as razões dos seus medos, dos seus bloqueios, da sua confiança e, por fim, da sua autoestima. E é por isso que ao se trabalhar com o corpo do outro é necessário pedir licença. Nunca se sabe que histórias aquele corpo viveu.

Já parou pra pensar na forma como você se movimenta? Se fizesse uma primeira análise, superficial, como você nomearia sua forma de se movimentar? Economiza nos gestos, na força? É lenta? Ou rápida, vigorosa? É ampla, vez ou outra derruba as coisas ao seu redor? Ou contida? Introspecta, como se tivese medo de se machucar? Ou é chamativa, atrai olhares?

Isso tem a ver com a forma pela qual as vivências corporais influenciaram o psiquismo e ajudaram a configura-lo da forma como é.

Na maioria dos casos, somos educados a pensar no corpo de um maneira fragmentada. Braço é uma coisa, que não tem nada a ver com a barriga, que não tem nada a ver com o joelho e por aí afora. Exemplo: trata-se de uma prisão de ventre como se estivesse no aparelho digestivo a única causa para a mesma.

Vejamos: o ventre é o centro de gravidade de corpo, certo? É nessa região que o alimento é metabolizado e vira energia, foi o nosso primeiro contato com a vida através do cordão umbilical. Núcleo da digestão, do processamento, da eliminação… Já pensou na relação que existe entre o funcionamento desse sistema e as suas emoções? Os medos escondidos, os fatos mal explicados, não digeridos, as mágoas guardadas… Bem, como disse, isto é só um exemplo. É só pra fazer você pensar.

Nosso corpo é nossa casa e da nossa casa devemos ter o controle. Não ter o controle de casa corrói a confiança em nós mesmos. Desejar uma coisa e não te-la faz nascer o sentimento da compensação. E o resto da história vocês já sabem.

Esse pequeno texto dá gancho p/ muitas conversas sobre corpo, emoção, movimento e vida. Volto a falar sobre esse tema, prometo. Por enquanto, quero apenas alertar aos que trabalham com dança ou qualquer outra atividade que implique em expressão corporal. A pessoa que vem até você, procurando uma atividade para se ‘desestressar’, ocupar o tempo livre ou emagrecer tem uma história registrada no seu corpo. Nem sempre essa história está clara, e em muitos trechos, seu conteúdo está lacrado. Não é a sua tarefa desvendar essa história. Essa é uma caminhada individual, no qual a sua interferência pode ajudar essa caminhada a ser mais rápida. Sugiro, portanto, que acolha este corpo e que o ajude, na medida do seu conhecimento e preparo de professor(a), a ser mais livre.

Para quem se intressou pelo o que o livro tem a dizer, aqui vão as informaçõe sobre ele:

O corpo tem suas razões (Antiginástica e a consciência de si)

Thérese Bertherat / Carol Berstein
Martins Fontes

Beijins nas bochechas.

Mafalda…

Posted 11/01/2010 by Vivi
Categories: Gente que faz

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…E suas perguntas desconcertantes.

Adooouuuro!

Com Samara.

Posted 09/01/2010 by Vivi
Categories: Cotidiano

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Não é ótimo quando você confirma e até mesmo, supera, as suas expectativas?
Pois é, conhecer a Samy foi assim. Depois de bons aninhos de papo virtual, o papo foi real e guarnecido de belas taças de sorvete. E eu já sabia que ia adora-la quando a conhecesse pessoalmente. E não foi diferente. Só o tempo é que foi pouco. Mas faz mal não, temos no mínimo 2 anos de conversas, cafés e sorvetes com nata pela frente.

Samy e eu. Num dia de muito calor em Forno Alegre!

Luanna e Ro: faltam vocês!

Ter amigos é very good.