Milagrinho

Posted 30/11/2009 by Vivi
Categories: Coisinhas!

Hoje eu venho com uma dica de make (titia adouuuuura makes!).

Comprei há 2 semanas o primer da Contém 1g. Foi a primeira vez que usei um produto desses. Gostei bastante. Primeiro testei na mão, dentro da loja. Tenho algumas linhazinhas finas e elas sumiram na hora! Testei embaixo dos olhos (onde estão as linhazinhas mais teimosas) e gostei também!
O primer é um produto pré-maquiagem que serve p/ fixar o make e disfarçar linhas de expressão (leia-se linhas beeem finas). No meu caso, ele faz tudo isso e também dá uma segurada na oleosidade da minha pele, na zona T.

Faça o teste, depois me conta. Em mim deu super certo.

Ei-lo:

Só achei carinho. Podia ser mais baratim. Me custou 92 ‘reaus’

Uma vida numa canção

Posted 24/11/2009 by Vivi
Categories: Gente que faz

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Aqui no Rio conheço um dos músicos que toca com grandes artistas da nossa MPB, dentre eles, minha amada Ana Carolina. Dirceu Leite é um músico de M maiúsculo. Falando nisso,gravou recentemente um cd instrumental de MPB, o Cacique Instrumental, que é simplesmente fantástico, ótimo para ser desgustado quando vc quer ouvir música de qualidade.
Dia desses, estava eu num papo musical com o Dirceu quando lhe revelei minha admiração pela cantora Ana Carolina e, dentre outras coisas, eu lhe dizia que ela era, atualmente, a cantora que eu mais gostava. Ele retrucou:

-Ah, você gosta das coisas simples da vida.

É, em parte ele está certo. Mas no que se refere à música, discordei dele (hohoho, que petulância dessa garota…). É que não acho que as músicas que Donana Carolina canta sejam simples. Na minha opinião, ela canta as verdades uterinas das mulheres. Sacomé?Aquilo que não está imediatamente à vista, está subentendido, mas está ali, pulsando, dando trabalho…
Disse então a ele que a música dela é a verbalização daquilo que percorre a mente feminina, daí a identificação. Ele entendeu e complementou que isso explicava o grande número de fãs mulheres que Ana possui.

Bingo, Dirceu.

Uma das músicas que mexe com os meus brios, porque fala de mim, escancaradamente, chama-se “Prá rua me levar”. Me reconheço nessa canção, desde que a ouvi pela primeira vez, há uns 5 anos aproximadamente. É uma música que fala de maturidade, de conhecimento pessoal, de resoluções, de alguém que está pouco se lixando para a opinião alheia….E quanto mais o tempo passa, mais ela tem a ver comigo.
Ei-la:

E a outra que não tem uma vírgula diferente do que eu seja, ou pense.

Vá adivinhar assim lá na casa do chapéu!

Intervalo

Posted 22/11/2009 by Vivi
Categories: Pensando na vida

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Eu juro que queria vir falar de coisas leves, legais prá vocês.
Mas galera, ainda não está dando….
Mesmo assim, escrever aqui é aliviar um pouco o que eu sinto, é, de certa forma, negociar com a dor.

Eu estive pensando muito na forma como a vida caminha. Penso nas pessoas que cruzam o meu caminho, nas que deixei partir, nas que briguei e até hoje não me reconciliei, nas que eu ajudei, nas que me ajudaram, daquelas que eu nunca me esqueço, independente do tempo. Penso naquelas que já se foram, naquelas que eu morro de vontade de ver de novo, naquelas que eu vejo hoje e as que eu posso nunca mais ver – embora, lá no fundo, considere a expressão ‘nunca mais’ muito exagerada.

Não admito a hipótese de que todas essas pessoas que encontrei ou reencontrei tenham aparecido por acaso. Existe um porque para isso tudo. Posso nem saber qual seja num primeiro momento, mas que ele existe, existe. Também sei que tenho um pouquinho de cada uma delas em mim; assim como eu, de alguma forma, fiquei nelas.

Daí então eu lembro das coisas que eu queria ter dito e deixei passar.

Mas não vou mais fazer assim não.

Palavra guardada dentro da gente mofa, cria teia de aranha, ocupa espaço. Palavras são feitas para serem ditas, mesmo que não sejam doces. Há sempre um jeito de se dizê-las.

Ah, mas também tem uma coisa… Só digo quando encontro ouvidos que desejam me ouvir. Nada pior do que a indiferença de quem parece lhe escutar. Disperdício de energia.

Veja se com você acontece a mesma coisa: prá mim, parece que tudo aconteceu ontem. Bem, quer dizer, esse ‘ontem’ não fica tão perto quando eu me lembro de tudo o que eu já fiz nessa vida. Mas quando eu me recordo dos fatos, ainda sou capaz de sentir os sentimentos que sentia. Por exemplo, a Manu está com quase 16 anos mas eu ainda me lembro da sensação dela se mexendo quando ainda estava dentro da minha barriga – e era uma sensação fantástica!

Então, não é uma burrice ficar perdendo tempo com coisas que não te movem internamente, ou que fazem a tua vida enroscar? Estamos aqui hoje, amanhã podemos não estar mais. Fez o que queria nesse meio tempo? Falou o que teve vontade? Foi fiel à si mesmo?

Dá o devido valor a quem realmente DEMONSTRA se importar com você?

Quando você estiver diante de uma pessoa que lhe é especial, diga. Se sentiu saudades, diga. Se amou ou se ama, diga (todo mundo adora saber que é amado, não é assim com você?). Se ficou bravo com o que lhe fizeram, reclame, mas tente compreender, você também é imperfeito. Se brigou e sente vontade de se reaproximar, tente. Pode ser que não dê certo, afinal, cada um tem seu tempo, mas você se sentirá melhor. Se algo ficou pendente, resolva. Não empurre nada para o amanhã, ele pode não chegar prá você ou para a pessoa.

Não disperdice as oportunidades que aparecem diante dos seus olhos.

Uma das coisas que me deixa tranquila com a partida do meu pai, é a certeza de que ele sabia que eu o amava. Você nem imagina o quanto isso conforta.

O amor que a gente manda, volta prá gente.
Beijos e que nossa semana seja linda.

Fale. Verbalize. Mas seja consciente do que sai da sua boca.

Pai

Posted 17/11/2009 by Vivi
Categories: Pensando na vida

Desculpem a ausência.Mas eu não tive condições emocionais de vir aqui antes.
Ao criar este blog, não fazia parte dos meus planos escrever sobre o que vou falar hoje. Jamais imaginaria.
Também não vou falar muito, apenas o que considero essencial.
Nunca acreditei que a vida acabasse assim, quando o coração parasse de bater, ou o cérebro deixasse de funcionar.
Mas nunca havia comprovado essa minha ‘teoria’. Eu acreditava por intuição e por influências da minha religiosidade.
No dia 05 de novembro, eu tive a prova que queria, com a partida do meu pai, desse mundo físico, para o mundo espiritual.
Meu coração ainda dói e está difícil me acostumar com a ideia de que não vou ter mais o colo dele, ou a sua voz ao telefone.
Eu me sinto estranha, me sinto ‘manca’ emocionalmente…Como se tivessem me tirado uma perna.
Mas, de alguma forma que eu ainda não sei explicar a vocês, eu me sinto conectada ao meu pai. E sinto que ele está perto de mim.

Mesmo com a dor, percebo que aprendo. E estou aprendendo com ele.

Beijo meu pai, continue cuidando de mim.
Da sua Vivi Batatinha.

Cuma?

Posted 02/11/2009 by Vivi
Categories: Num conformo

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Sou só eu que acha ela a cara da Phoebe, do Friends?

Phoebe_Buffay_1[1]

smelly cat, smelly cat...

Das pessoas que marcam a vida da gente

Posted 02/11/2009 by Vivi
Categories: Gente que faz

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Sabe quando você sente vontade de falar sobre uma pessoa, mas não sabe por onde começar e quer falar dela assim mesmo?

Pois é. Estou passando por isso neste exato momento.

Nesses dias estava pensando e fazendo um ‘flashback’ do início da minha vida como bailarina do ventre. E não tinha como falar do início sem falar de quem me ensinou os primeiros passos: Ana Luíza Matuck.

A Ana é uma super profissional da dança, formada pela Unicamp onde estudou com uma das melhores cabeças do meio, Isabel Marques. No dança do ventre foi aluna de Soraia Zaied, de Lulu… Tem descendência árabe e, independente de ter sido a minha 1ª professora de DV, é uma das pessoas mais especiais que conheci na minha vida.

De dentro do seu estúdio, em Três Corações, MG, essa moça dá duro, batalha, prá mostrar ao mundo que é possível mudar as coisas sem ter que fazer politicagem suja ou pegar em arma.

Vou confessar… Eu achava que dança do ventre era muito difícil. Quando ela me convidou a fazer aulas (ah, só um detalhe: a 1ª aula seria numa quarta-feira, 7h30 da manhã!) pensei em recusar… “Obrigada, mas não, dança do ventre é lindo mas não é para mim” – enfim, daria uma daquelas ‘desculpas’ que nós, professoras, ouvimos quando estamos diante de possíveis alunas. Mas, como eu estava numa fase de tentar coisas novas, engoli a minha resposta e aceitei. Firme e forte, 7h30 da manhã, de legging e top,ainda sem lecinho no quadril, estava euzinha, lá, pronta prá saber o que me aguardava.

Nessa época, eu passava por um momento difícil na minha vida. Não dançava há uns 5 anos, estava longe da minha cidade natal pela 1ª vez e estava saindo de um transtorno de ansiedade (que me assustou muito na época). Eu sei que dependia de mim sair dessa, mas quem já passou por isso, sabe o quanto uma mão estendida pode fazer diferença. Pois Ana me deu a mão, sem saber. De certa forma, ela me ajudou a me resgatar, a voltar para a dança, que é o combustível da minha alma.

Sempre fui criteriosa na escolha de meus professores. Talvez por isso seja tão exigente comigo mesma quando dou aula. Professor tem que ter carisma, tem que fazer o aluno ’se apaixonar’ por ele (vcs entendem que não estou falando do sentido sexual, não?). Quando vc se encanta por aquele que lhe ensina, dedica-se muito mais ao que lhe é ensinado. E foi assim com a Ana. Sua paciência, seu carisma, seu humor e seu profundo conhecimento me pegaram de primeira. Nunca faltei a uma aula.

A forma como Ana ensinou-me a dança registrou-se tão forte dentro de mim que até hoje, 9 anos depois de ter sido sua aluna e ter passado por Lulu e vários outros professores de dança, ao dar aulas, não é raro resgatar seus exemplos. Certas coisas ficam para sempre.

Não nos vimos há 8 anos… Nos falamos pelo telefone sim, por mail, orkut, mas nada substitui o olho no olho, né… E se bem a conheço, nesse momento ela está ansiosa, agitada com o espetáculo que o estúdio vai fazer daqui há 10 dias. No fim, tudo dá certo, sempre deu e ela sabe disso. Quando resolve fazer as coisas, faz com primor, com o coração, com a alma. Essa é a sua marca.

E sou sempre, sempre grata à ela, por tudo o que me ensinou e me fez perceber dentro de mim mesma. Que um dia vocês tenham a sorte de conhece-la.

Obrigada Ana, por tudo!

(rs… E acho que acabei sabendo o que falar…)

Ana Luíza

Ana Luíza Matuck

Momento fã!

Posted 29/10/2009 by Vivi
Categories: Gente que faz

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Há 24 anos, ao ve-la na TV, pela primeira vez, o que me chamou atenção não foi apenas a música. Aliás, se apegar apenas a esse aspecto, numa artista como ela, é um disperdício, eu acho.
A moça de minisaia curtíssima, cabelo desarrumado como o meu, boca vermelha e muitos crucifixos em volta do pescoço – para horror de minha avó e mãe católicas – me mostrava que ali havia muito mais do que música e dança.
Ela é ousadia, reflexão, provocação. Ainda que propositalmente colocados.
Ela é a fala que gostaria de sair da boca de muitos.
Ela é a atitude que muitas vezes eu gostaria de ter.
Ela é humana, e erra. E isso não me faz amá-la menos.
Ela não tem uma carreira feita para agradar 100% a todos. Mas ela não passa despercebida por ninguém.
Sim, seria possível pista de dança sem ela. Mas também seria incrivelmente chato.

O clipe abaixo é um dos melhores que já vi até hoje. E mostra porque, 25 anos depois, ela continua soberana no seu trono.

Deus salve a Rainha e dê à ela mais de cem anos de vida!

Égnes Gawasy

Posted 27/10/2009 by Vivi
Categories: Gente que faz

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Não conhecia o trabalho desta bailarina de Porto Alegre, Égnes Gawasy. Maíra Magno postou um vídeo dela na nossa comunidade, lá no Yogurte. Como a comu é fechada, trouxe o vídeo prá cá, para que vocês apreciem também:

Linda, não?
Mas não é só isso. Olha como é possível sair do tal do senso comum, que eu tanto falo, mesmo que se queira dançar uma música mega tradicional. Já na entrada, Égnes chama a atenção pela atitude decidida em cena. É elegante, forte e explora uma movimentação de braços e pernas diferente do que costumamos ver. No desenvolvimento da coreografia, ela lembra um pouco as bailarinas antigas, Tahya, Samia, algo de Souheir… No entanto, o ‘tom’ moderno de sua dança está presente o tempo todo nas finalizações e combinações de movimentos. A roupa é outro diferencial: sem franjas ou saias rodadas (embora eu goste muito de ‘panos voando’ enquanto danço). E o cabelo preso num coque, reforça essa originalidade.Chiquérrima!

Não é bom ver leituras diferentes assim?
Sai do previsível, areja.

Mas veja… Na minha opinião, o vocabulário coreográfico desta performance não é feito apenas de Dança do Ventre. Vejo elementos do ballet (óbvio), vejo contemporâneo e flamenco. Isso me faz ratificar a importância de se estudar outras formas de dança para se enriquecer um repertório. Quanto mais ‘palavras’ eu conheço, mais rico e gostoso de ler é o meu ‘texto’.

‘Né verdade?

Vício madônnico

Posted 22/10/2009 by Vivi
Categories: Gente que faz

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Estou absolutamente viciada e baleada pela nova música da mamãe.
Vejam o refrão:

My love’s a revolver
My sex is a killer
Do you wanna die happy?

rs… Mamãe é sapequinha.

51 e flexibilidade total. Mamãe faz pilates.

51 e flexibilidade total. Mamãe faz pilates.


Mexeram num ícone.

Posted 21/10/2009 by Vivi
Categories: Num conformo

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Agora é a Moranguinho que resolveu aderir à escova progressiva.

Ontem e (aff...) hoje.

Ontem e (aff...) hoje.

Tô arrasada.